Já que contei como foi minha noite de natal e qual foi o esmalte usado nas mãos, uma reprodução de um descontinuado da Artdeco, vou compartilhar o que chamo, com todo orgulho de a melhor reprodução de esmaltes feita por mim este ano (que esta “modéstia” fique em 2009).
O esmalte original que serviu de inspiração foi comprado nos idos de 2001 e usei até acabar. Acho até que foi o primeiro e único esmalte que consegui a proeza de ver terminar, uma vez que sempre fui compulsiva, e a cada dia adquirindo novas paixões, os frascos antigos acabavam virando itens de coleção.
E quando acabou este foi uma pena, não achei mais para vender, nem em sites internacionais. Inclusive no site da Artdeco ele nem é mais exposto como produto fabricado.
Daí que mais uma vez a lojinha da 25 de Março foi a salvadora da órfã, como eu disse neste post aqui, e lá comprei o tal do glitter em forma de filamentos (não achei nenhuma definição para este tipo de material, acabei inventando esta) e agora de férias, consegui reproduzir meu tão amado esmalte.
Na foto atual (acima) o frasco já está todo detonado pelo tempo e, para ter uma noção do que era antes de acabar, eu diluí em muito óleo de banana o restinho do produto, portanto o conteúdo do vidrinho não está mais tão bonito e brilhante como quando era novo.
Ingredientes e Modo de Preparo:
Usei como utensílios e ingredientes o seguinte: o glitter em filamentos (óbvio), glitter dourado comum e também glitter furta-cor. Para a base da mistura, acabei pegando um esmalte com glitter pronto (Glitter Ouro da Impala) garantindo assim um líquido próprio para estas misturas, uma vez que ele já vem com glitter dentro que não sedimenta, nem desbota.
Joguei quase metade do esmalte da Impala fora, para deixar espaço para o novo material que ia entrar. Adicionei com cuidado o glitter filamentos, um pouco de glitter furta-cor e uma turbinada também com glitter dourado. As duas últimas fotos da sequência acima mostra um macete para adicionar pó dentro de um vidro de esmalte: “melar” o pincel no pote de glitter e “socar” dentro do vidro. Por fim é só agitar, balançar, chacoalhar, misturar com palito de dentes e pronto!
O Resultado:
Acima a unha apenas pintada com uma camada do novo esmalte e base transparente por baixo. Abaixo (e também no início do post) a forma como pintei para a noite de natal, usando duas camadas do esmalte gloss Frida da Impala da Impala como “primer” e duas camadas do meu esmalte customizado.
Fica aí mais uma dica de que com um pouquinho de paciência é possível ter quase todo esmalte “diferentoso” que não existe por aqui (ou no caso deste, que não existe mais no mundo inteiro). Beijos!
Todas as fotos ampliam.